21/09/07 14:49
O sonho não acabou

Uma pesquisa realizada pelo departamento de psicologia da Universidade de Montreal, no Canadá, revela que do total geral de nossos sonhos 8% tem conteúdo sexual.

As mulheres sonham com astros de cinema e rock ou amantes passados e atuais. Já os homens sonham em dividir a cama com várias parceiras. Como já era de se esperar, não importa se são famosas, conhecidas, desconhecidas, qualquer uma está valendo.

Se esse tipo de sonho pudesse se tornar realidade quem seria seu escolhido (a)?

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24/09/07 21:38
Blind date

As formas de encontrar o par ideal se multiplicam a cada dia. Na internet tem o site “Par perfeito” onde você pode tentar encontrar quem é parecido com você. No “Table for Six” você se inscreve, paga e sai para jantar com pretendentes desconhecidos. Detalhe: são seis pessoas na mesma mesa.

Nos Estados Unidos tem o “5 minutes date”, é um rodízio de pessoas e você tem cinco minutos de conversa para convencer o outro de que você vale a pena e ganhar algum tipo de vantagem com a famosa primeira impressão.

Tenho um ex-namorado que nunca levou uma garota num primeiro encontro para jantar. “Jantares são longos”, ele explicou. “Prefiro ir a um bar e beber, fica mais descontraído, menos óbvio e menos clichê” concluiu. Eu nunca conclui nada sobre o assunto (até porque adoro jantares), mas sei que se ele estiver bêbado no primeiro encontro não irá tropeçar na impertinência.

A última novidade em encontros, o “Coffee Date”, vem do Canadá. Uma agência cobra 20 dólares para arrumar um par para você sair e tomar um café. Se a conversa for interessante você pode estender a noite com seu pretendente. Se a conversa não estiver boa, adeus.

Contei isso para um amigo que falou: “mas eu já faço isso aqui no Brasil”. E explicou que se a mulher for feia ou se o papo for chato, ele toma o café rápido e vai embora. Passa pelo banheiro, pede para um amigo ligar e faz aquela cena de atender o telefone e dizer que tem algum tipo de emergência para se livrar do mau encontro. A cena para quem fica na mesa deve ser patética ou dependendo da pessoa, engraçada.

Se você for convidada para tomar um café, boa sorte! O universo nem sempre é justo, mas você deve ter, no mínimo, senso de humor se quiser se aventurar pelo mundo dos encontros: as escuras, os virtuais ou os reais.



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26/09/07 12:17
O corpo fala

Tem um programa na TV americana chamado “How to get the guy”, algo que em português soaria assim: “como segurar o cara”.

Uma nova-iorquina vai ao encontro de três homens e uma especialista em linguagem corporal analisa o modo como ela age e o que ela faz de errado. As câmeras estão escondidas embaixo da mesa e eles não sabem.

A analise final é conclusiva, há coisas que nunca devem ser feitas. A americana estava tensa no primeiro encontro e encostava sua mão na garganta, na barriga e no colo. A expert disse que com isso ela passava a imagem de que não estava vulnerável e que não ia deixá-lo avançar a conversa. No segundo encontro, outro erro detectado. As mãos ficaram se mexendo embaixo da mesa. Ela estava animada, mas ele não conseguia ver. No terceiro encontro, ela juntou os dois, fechou a guarda de vez e deixou as mãos escondidas novamente. Ela estava tensa porque tinha gostado do terceiro moço. Compreensível.

A expert explica que nos encontros não devemos deixar as mãos escondidas (os italianos que o digam) ainda mais se estivermos animados. Só um aviso aos desastrados (setor em que me incluo): cuidado com os copos sobre a mesa, eles quebram. O outro conselho, ainda vindo da body language expert, é ótimo: diga o nome do moço muitas vezes porque os homens gostam de ouvir da boca das mulheres o próprio nome.

Muitas vezes é mais importante o que o corpo fala do que o que sai de nossas bocas, mesmo porque, na empolgação sai um monte de besteiras. As idéias na teoria parecem boas, mas não sei se dá pra lembrar de tudo isso na prática ou se corremos o risco de parecermos absurdamente patéticas.
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27/09/07 16:54
De volta para o futuro

Você gostaria de ter o dom de voltar no tempo? Voltar ao passado? Aos amores falidos, aos amores antigos, aos amores gastos pelo convívio e pelo tempo e ajeitar tudo de novo?

Frejat canta na música “Nosso mundo” que se pudesse saber um pouco de tudo ele voltaria atrás do tempo. A idéia é voltar para ontem sem temer o futuro e olhar para hoje cheio de orgulho. Se soubéssemos um pouco de tudo adiantaria. O fato é que, no fundo, não sabemos quase nada.

Os erros do passado não podem ser apagados, as histórias não podem ser modificadas. Um dia aprendemos que o que ficou para trás virou passado. O passado está guardado no baú de lembranças, uma verdadeira caixa de pandora que incita nossa curiosidade, mas é preferível não tocar. Pandora, a moça que abriu a caixa, se deparou com calamidades e desgraças e com medo a fechou antes que saisse de lá o mal que acabaria com a esperança.

A esperança tem isto de positivo: é a única coisa que nos faz acreditar que é a soma de todos os nosos amores falhados que nos torna capazes de amar e de ser amado.
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28/09/07 14:29
Leis implícitas

Há certas leis na vida que são implícitas. Aquele algo que não precisa ser falado. Aquele ensinamento que não precisa ser passado porque conta com a questão de ter bom senso. Porém, tem gente que não tem. Existe algo básico sobre fim de caso: não freqüente com o seu novo namorado os mesmos lugares que você freqüentava com o seu ex. Primeiro, é burrice sua provocar um encontro de atual com ex. Segundo, porque a única coisa que o lugar antigo pode te trazer são memórias do passado. Ninguém vai ganhar nada com isso.

Estes (re) encontros nunca são bem-sucedidos. Um amigo já levou um copo de Coca-Cola na cara. Culpa da ex que foi ao mesmo restaurante que ele sempre a levava quando namoravam. Ele estava sentado tranqüilo com a nova namorada quando foi atacado com o líquido gelado no rosto. A moça perdeu a compostura e com certeza o resto de respeito que ele tinha por ela.

Eu costumo dançar sempre no mesmo lugar, há 5 anos freqüento o mesmo lugar e sei que São Paulo tem uma danceteria em casa esquina. Vou ao mesmo lugar sempre. Sabe quantos ex-namorados eu já encontrei por lá? Nenhum! Eles não vão lá porque sabem que vão me encontrar e me atrapalhar. A não ser que a intenção seja essa, passam longe do local. O território deles também é local proibido para mim, só vou com permissão. Novamente, uma questão de bom senso.

Einstein falou que somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana, e que não estava seguro sobre a primeira. Eu sempre achei que a experiência de ver o ex acompanhado é uma faca de dois gumes; você evolui a partir dela, mas algumas vezes ela te fere. Somente uma coisa é certa: você sempre aprende com ela. E isso é o que realmente importa.

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